5 de julho de 2014

Enigmas por trás da teoria da relatividade geral de Einstein.

A teoria da relatividade geral de Einstein foi provada na cidade de Sobral (Brasil) interior do Ceará e em Príncipe (África). Segundo Einstein, esta teoria consiste em: “Um raio de luz passando próximo de uma grande massa gravitacional (por exemplo: Sol) poderia sofrer um deflexão (desvio)”. Como se pode observar na ilustração abaixo. 


                                                                       

Demonstração da teoria da relatividade gera de Einstein.


Estas cidades foram escolhidas devido ao eclipse total do Sol que poderia ser visto na faixa do Brasil e África em 29 de maio de 1919, como se pode observar na foto abaixo.                                                                              
A expedição foi liderada pelo inglês Eddington. Ao tirarem as fotos do eclipse, as estrelas que outrora estavam ofuscadas devido a claridade do Sol, apareceriam nas fotos sofrendo deflexão.



Albert Einstein e Arthur Eddington

Na cidade de Príncipe foram tiradas 16 fotos, mas devido ao tempo nublado, só 2 chapas ficou razoavelmente boas, mostrando apenas cinco estrelas que comprovariam a teorias de Einstein.
Em Sobral (Brasil) já não teve influencia do clima, o céu estava brilhante e sem nuvens, as fotos foram feitas de 2 telescópios idênticos ao de Príncipe, além de um terceiro com distância focal diferente. A maioria apresentava chapas prestáveis.
Mas o Prof. Eddington preferiu utilizar só as fotos, de Príncipe, ele alega que as fotos de Sobral não haviam “chapas de controle”, as fotos tiradas meses antes para comparar as do eclipse,  mas isso não é verídico, pois as expedições inglesas permaneceram ainda 2 meses para fotografar a mesma região no céu, a fim de obter o controle para as chapas tiradas no dia do eclipse.
Em 6 de novembro de 1919 a Royal Astronomical Society anunciou que a teoria de Einstein estava certa, “os raios de luz são encurvados ao passarem nas vizinhanças do sol”.
A predição de Einstein pode ser checada somente em raras ocasiões quando, no momento de um eclipse, estrelas brilhantes estiverem próximas na direção do sol. As indicações são mais favoráveis à teoria da relatividade, mas seria prematura dizer que isso é conclusivo.
A pergunta que resta, então, continua sendo: Porque não foram utilizadas as fotos de Sobral? Será que os resultados de Newton não deveriam ter sido validados ao invés daquelas de Einstein?
Será que a teoria de Newton está tão errada assim como descreve Nigel Calder (1979, p.103) que Einstein “destronou” Newton em relação a gravidade.

Referência Bibliográfica.

Evoluções e revoluções: O mundo em transição, pela editora Massoni, 2ª edição, Maringa.Pr, 2010,  o Professor Dr, Marcos Cesar Danhoni Neves


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