segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Conheça a Missão Lunar que acabará de uma vez por toda sobre a farsa do homem ter pisado na Lua.

Design do módulo ALINA. Créditos: PT Scientists.
Design do módulo ALINA. Créditos: PT Scientists.
O Lunar X-Prize Google (GLXP) é uma competição sem precedentes para desafiar e inspirar engenheiros, empreendedores e inovadores de todo o mundo para desenvolver métodos de baixo custo de exploração espacial robótica. Seu principal objetivo é pousar uma nave espacial robótica na Lua, e transmitir vídeo de alta definição e imagens. A equipe que conseguir tal feito, receberá 30 milhões de Euros. 

Como um "reality show" esse programa começou em 2010 com  33 equipes. Neste ano de 2016 apenas 16 equipes permanecem na competição. O Google Lunar X-Prize exige que seus competidores enviem suas sondas para a Lua em 2017

Uma equipe alemã do Lunar X-Prize anunciou seus planos para enviar duas sondas móveis para a Lua que irão inspecionar a sonda deixada pela missão Apollo 17.  O grupo, conhecido como PT Scientists, é um dos 16 times disputando os US$ 30 milhões em prêmios do Google Lunar X-Prize.

A PT Scientists está planejando enviar suas sondas para a área em que os astronautas da Apollo 17 exploraram a Lua em 1972, do dia 11 de dezembro ao dia 14 de dezembro. Esta foi a última vez que os humanos visitaram o solo lunar. Se a missão da PT Scientists for bem sucedida, será a nossa chance de comprovar a veracidade da ida do homem à Lua. 



A equipe espera pousar suas sondas a cerca de 2 ou 5 km do local exato da Apollo 17, na região do vale de Taurus-Littrow. Dali, os veículos iriam ser conduzidos a menos de 200 metros da rover Apollo para inspecioná-la remotamente. De acordo com as diretrizes de preservação da NASA, os veículos da PT Scientists não podem pousar a menos de 2 km de distância e não podem chegar a menos de 200 metros do local da Apollo. É um local com uma herança preciosa e a NASA gostaria que fosse preservado.
Com esse limite, as sondas devem conseguir analisar o veículo da Apollo e avaliar sua condição, incluindo possíveis danos causados por radiação intensa, temperaturas extremas e micro-meteoritos.

A equipe PT Scientists está trabalhando atualmente com a montadora alemã Audi para desenvolver o rover. 

O primeiro time que conseguir pousar uma sonda na lua e atender os requisitos básicos irá receber o prêmio de US$ 30 milhões, enquanto a segunda equipe que atingir o objetivo receberá US$ 5 milhões. Alguns prêmios extras serão dados se conseguirem fazer mais do que o básico, como navegar por distâncias maiores, detectar água congelada e encontrar os locais marcados pelas missões Apollo.


Bibliografia:

Disponível em: <https://en.wikipedia.org/wiki/Google_Lunar_X_Prize> Acesso em: 5 de dez. 2016.



Disponível em: <http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/miss%C3%A3o-de-equipe-alem%C3%A3-ir%C3%A1-provar-que-o-homem-realmente-foi-at%C3%A9-a-lua/ar-AAkZqG2?li=AA523q&ocid=spartandhp> Acesso em: 5 de dez. 2016.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Estrela Eta Carinae e seus mistérios.

A estrela Eta Carinae situa-se na Constelação Carina (Imagem abaixo), visível no Hemisfério Sul. 
A constelação de Carina como pode ser visto a olho nu.
Eta Carinae foi observada pela primeira vez em 1677 pelo astrônomo e matemático britânico Edmond Halley. Quando Halley a observou, ela não era tão brilhante como viria a ser anos posteriores. Precisamente no ano de 1843, quando seu brilho chegou a ser tão intenso quanto o brilho da estrela Sirius (estrela mais brilhante no céu noturno). Seu brilho foi tão forte que ficou visível durante o dia. O motivo de todo esse brilho se deu por causa de uma grande explosão, onde sua poeira cósmica atingiu a marca de 500 vezes o tamanho do nosso Sistema Solar.

Hoje em dia ainda é possível observar os restos desta explosão, na forma de uma nebulosa chamada Homúnculo (névoa envolta da estrela). Como se pode observar no gif abaixo. Foto feita pelo telescópio Hubble nos anos de 1995, 2001 e 2008. No centro estaria a estrela Eta Carinae. 
Créditos da imagem: Hubble, NASA, ESA; Processamento e copyright: First Light, J. L. Dauvergne, P. Henarejos.


Segundo cientistas, este material (poeira cósmica) poderia ser o mesmo ejetado pela estrela Eta Carinae no ano de 1843. E também em uma outra explosão há 1000 anos. 
Provavelmente ocorrerá uma terceira e última explosão. Não se sabe ao certo se ocorrerá daqui a décadas, séculos ou milhões de anos. Mas quando este fenômeno ocorrer, naturalmente será o seu fim. Após sua morte, a Eta Carinae dará início a um novo ciclo, se tornando uma supernova ou uma hipernova. Alguns astrônomos acreditam que nesta próxima explosão, ela se tornará tão brilhante, que poderá ser vista durante o dia por um observador posicionado na Terra. 


O brilho da Eta Carinae é 5 milhões de vezes mais intenso que o Sol. Mas um fato que intrigam os cientistas é que a cada ano a intensidade de seu brilho é reduzido.
Esta estrela é tão especial que a cada dois anos alguns pesquisadores se reúnem em um congresso promovido apenas para debater assuntos relacionados a ela. Em 2009, o Brasil sediou um dos encontros.
Concepção artística da estrela Eta Carinae – o ponto azul no meio da imagem.

Bibliografia

Disponível em <http://astronomia.blog.br/eta-carinae-morte-anunciada-de-uma-estrela/> Acesso em: 30 de nov de 2016.
Disponível em:<http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/1065/n/morte_anunciada_na_via_lactea> Acesso em: 28 de nov de 2016.
Disponível em <http://g1.globo.com/platb/observatoriog1/2008/09/10/eta-carina-a-bomba-relogio/> Acesso em: 29 de nov de 2016. Disponível em <http://www.climatologiageografica.com.br/eta-carinae-a-estrela-mais-misteriosa-ja-descoberta/> Acesso em: 29 de nov de 2016.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O aquecimento global é uma farsa?



            A teoria do aquecimento global se baseia na queima de combustíveis fósseis como petróleo e carvão, além das atividades industriais. Com isso, aumenta a concentração de gás carbono (CO2) ou dióxido de carbono na atmosfera, causando o tão temido efeito-estufa. Aumentando gradativamente a temperatura média do planeta.  
            Desde o século passado a teoria acima ganhou muito espaço, principalmente em toda a mídia.

            Por outro lado, surgiram cientistas céticos quanto à teoria do aquecimento global, como por exemplo: o Professor Doutor da USP Ricardo Augusto Felício. 
            Em seu artigo “Mudanças Climáticas” e “Aquecimento Global” – Nova Formatação e Paradigma para o Pensamento Contemporâneo?(2014), Felício destacou alguns tópicos interessantes, que merecem atenção. 

            Segundo Ricardo Augusto é quase impossível o aquecimento global ocorrer devido a ação do homem. Pois as proporções de (CO2) produzidas pelo seres humanos são ínfimas. 

"Ninguém está destruindo o planeta, primeiro porque 72% dele é mar. 28% são continentes, mas destes, cerca de 49% são terras áridas, semi-áridas e desertos. Então, o que será que os humanos usam de fato? Menos de 9% da superfície dos continentes e as cidades representam uma fração ridícula de 0,05%, enquanto que as habitações, menos ainda, cerca de 0,005%." (FELICIO, R.A. 2014)

            A composição da atmosfera do planeta Terra é constituída basicamente de: 78% Nitrogênio, 21% Oxigênio, 0,7% Argônio e todos os outros gases são chamados traços. O (CO2) possui a participação de 0,033% de todos eles, aqui inclusos os humanos. Pode-se observar que o CO2 é infinitamente inferior aos demais gases.

            Os defensores do aquecimento global afirmam que o gás carbônico  é o gás do fim do mundo, ou que ele se tornou poluente. Tal afirmação não é fidedigna, pois o CO2 é o gás da vida. Sem ele, nenhuma forma de vida baseada em carbono existiria na Terra. Quanto mais se eleva a sua concentração na atmosfera, maior é a produção vegetal, ou seja, maior produção de alimentos. Em outras palavras, os oceanos liberaram o CO2 e as plantas se beneficiaram disto. 
            Nos EUA, por exemplo, a cada ano morrem mais de quarenta mil pessoas em acidentes de trânsito.  Mas nem uma única pessoa já morreu em decorrência do aquecimento global.  O número de espécies já extintas por causa do aquecimento global é exatamente zero.  Tanto as calotas glaciais da Antártica quanto as da Groelândia permanecem estáveis.  
            Outro ponto a ser destacado é que as temperaturas do nosso planeta já estiveram bem mais altas que as atuais. Há cinco mil anos, quase seis graus Celsius. Toda a calota ártica já derreteu e os ursos polares continuam entre nós. Assim, não serão as temperaturas e o derretimento de gelo que impedirão a existência destes belos animais. Também precisa-se ressaltar que as temperaturas na Idade Média já estiveram dois graus maiores que as atuais. Os últimos dez anos não são os mais quentes da história, pois os anos de 1930 foram bem mais que estes, com registros específicos na Groenlândia, como as estações de Reykjavik e Godthab Nuuk (GODDARD, 2010). 

            Para piorar a situação, tanto as estações meteorológicas de superfície, que estão dentro dos padrões da Organização Meteorológica Mundial – OMM, bem como os satélites meteorológicos, registraram queda nas temperaturas desde 1998. Cientistas já falam em uma nova era glacial.
            À medida que os anos vão passando e os dados vão se acumulando, torna-se cada vez mais evidente que o aquecimento global é uma fraude.  A mudança climática é algo natural e permanente, mas a Terra não se aqueceu significantemente ao longo dos últimos trinta anos.  Tampouco houve algum efeito único e negativo, de qualquer tipo, que possa ser inequivocamente atribuído ao aquecimento global.
            No presente momento, dados de satélite mostram que a temperatura média global é a mesma do ano de 1979.  A extensão do gelo marítimo global também segue imutável desde 1979, (É claro que desde então as geleiras se contraíram e na mesma proporção se expandiram).
A partir do final da última Era do Gelo, o nível do oceano já subiu mais de cem metros.  Mas nos últimos três anos, não houve qualquer aumento no nível do mar.  Se as calotas polares estão derretendo, por que o nível dos oceanos não está subindo? 
            O fato é que durante os últimos 11 anos, a Terra, ao contrário do que dizem, tem esfriado, e não esquentado — apesar do aumento das emissões de dióxido de carbono.  E embora a Terra esteja mais quente do que há cem anos, estamos falando de aproximadamente 0,7 graus Celsius.  As temperaturas ainda estão abaixo daquelas observadas durante o quente período medieval, e ainda muito menores do que aquelas ocorridas durantes vários outros períodos de temperaturas altas, como por exemplo durante a Idade do Bronze (antes da época do ferro, época da história do homem primata) — períodos durante os quais não havia emissões de carbono significativas (essencialmente não havia outras emissões que não o dióxido de carbono que naturalmente exalamos).

Mas por que as pessoas pensam que o planeta está se aquecendo? 

            O principal motivo é por causa da infiltração na ciência por fanáticos ideológicos que colocam a política acima da verdade. 

            Em outras palavras, os produtos verdes, “sustentabilidade”, certificações ambientais, nada mais são que vendas de novos produtos. Se nos anos de 1970 o movimento ambiental combatia o capitalismo, aliado aos movimentos das esquerdas, após a queda do muro de Berlim, com o desbaratar de diversos movimentos esquerdistas, tivemos algo inusitado: o sistema capitalista foi agregando, vagarosamente, o movimento ambiental para dentro de suas fileiras (DURKIN, 2005). Ao mesmo tempo, muitos dos movimentos esquerdistas viram no movimento ambiental, uma forma de combater o capitalismo. É paradoxal, mas diversos esquerdistas do passado estão nos movimentos ambientais de hoje.     Em outras palavras, vermelhos se tornaram verdes. Os exemplos estão no mundo inteiro, desde o parlamento europeu, até mesmo no Brasil. 

            As “mudanças climáticas”, o “aquecimento global” e o “caos ambiental” sustentam toda esta trama. Mas, para resolver tudo isto, basta fazermos compras, com produtos verdes e ecologicamente corretos, que salvaremos o planeta. Simples assim. Salve o planeta fazendo compras. Substitua o eficiente pelo inepto. Troque seus hábitos de vida e assim por diante.
            O que observamos é que toda vez que algo fica ecológico, toma uma pintura de verde, o lucro sempre aparece embutido em três etapas: elevação de preços, recebimento de subsídios, redução de impostos. Assim, quem paga a conta sempre é o cidadão, diretamente, quando compra o produto, ou indiretamente, pela ação do Estado benevolente ao empreendedor “verde”. Sim, ser sustentável tornou-se muito lucrativo e a legitimidade desta não é sequer colocada em questionamento, muito menos discutida (SCOTTO et al., 2007). 

            Em resumo, não há qualquer tipo de evidência de que estamos entrando em uma era de significativa alteração climática, e que essa alteração irá causar a deterioração do meio ambiente ou dos padrões de vida humano.


Bibliografia 


DURKIN, M., 2005. The Great Global Warming Swindle. BBC, Londres. Inglaterra. Documentário de 2h, 2005.

FELICIO, R.A., 2014. “Mudanças Climáticas” e “Aquecimento Global” – Nova Formatação e Paradigma para o Pensamento Contemporâneo?Ciência e Natura, Santa Maria, v. 36 Ed. Especial, 2014, p. 257–266 Revista do Centro de Ciências Naturais e Exatas - UFSM 

GODDARD, S., 2010. To a geologist, “the past is key to the future”. SPPI Institute, 20p. 2010.

Instituto Mises. Disponível em: <http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=324> Acesso em 24 de nov. 2016. 



SCOTTO, G., CARVALHO, I.C.M, GUIMARÃES, L.B., 2007. Desenvolvimento sustentável, Editora Vozes. Coleção Conceitos Fundamentais, 107p.,

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Séculos antes a Darwin, já se falavam sobre a teoria da Evolução das Espécies.

Nasir al-Din al-Tusi (1201-1274) nasceu na cidade de Tus no nordeste do Irã. Ele era astrônomo, matemática, cientista, arquiteto, biólogo, químico, filósofo, médico, físico e teólogo. 

            Tusi escreveu cerca de 150 livros, nestas obras ele abordou temas influentes na astronomia, geometria, física, geografia, direito, história, medicina, filosofia. Lógica etc. Mas o que nos chamam a atenção, é que aproximadamente 600 anos antes de Darwin nascer, Tusi já havia escrito sobre a Evolução das Espécies, teoria similar a que Darwin viria escrever.

            A teoria evolucionista proposto por Tusi aparece na obra popular "Akhlaq Nasiri" (éticas de Nasirean) do século XIII. Uma evolução dos minerais, vegetais e animais, inclusive o homem. Para ele, algumas espécies evoluíam mais do que as outras, por seleção natural, de acordo com a adaptação ao ambiente. Ele usava o termo “Takamul”, que significa “perfeição” em árabe, hoje este mesmo termo significa evolução.

            Nasir al-Din al-Tusi começa sua teoria da evolução com o universo. De acordo com Tusi, os elementos eram iguais e semelhantes, devido a contradições internas que começaram a aparecer. Muitas substâncias desenvolveram rapidamente e de forma diferente uma das outras.

            Ele então explica como os elementos evoluíram para minerais, e então plantas, depois animais e por fim seres humanos. Tusi passa então a explicar como a variabilidade hereditária foi um fator importante para a evolução biológica dos seres vivos:

os organismos que podem ganhar novos recursos mais rápido são mais variáveis. Como resultado, eles ganham vantagens sobre outras criaturas. […] Os corpos estão mudando como resultado das interações internas e externas.” (Tusi /Trad.Alacbarli F. pág.48-49. 2001)

Tusi discute como os organismos são capazes de se adaptar a seus ambientes:

Olhe para o mundo dos animais e pássaros. Eles têm tudo que é necessário para a vida diária, a proteção e a defesa, incluindo forças, coragem e ferramentas adequadas [órgãos] […] Alguns destes órgãos são armas reais. […] Por exemplo, lança-chifres, dentes e garras-faca e agulha, pés e cascos-bastão. Os espinhos e agulhas de alguns animais são semelhantes a flechas. […] Animais que não têm outros meios de defesa (como a gazela e a raposa) protegeram-se com a ajuda de voo e astúcia. […] Alguns deles, por exemplo, abelhas, formigas e algumas espécies de aves, uniram-se em comunidades a fim de se proteger e ajudar uns aos outros.” (Tusi /Trad. Alacbarli F. pág.48-49. 2001).

            Tusi reconheceu três tipos de seres vivos: plantas, animais e seres humanos. Como se pode observar abaixo:

os animais são mais elevados do que as plantas, porque eles são capazes de mover-se conscientemente, ir atrás de comida, encontrar e comer coisas úteis. […] Há muitas diferenças entre as espécies animais e vegetais, […] Em primeiro lugar, o reino animal é mais complicado. Além disso, a razão é o recurso mais benéfico em animais. Devido à razão, eles podem aprender coisas novas e adotar novas habilidades não-inerentes. Por exemplo, o cavalo treinado ou Falcão de caça está em um ponto mais alto de desenvolvimento no mundo animal. Os primeiros passos da perfeição humana começam aqui.” (Tusi /Trad. Alacbarli F. pág.48-49. 2001)

Tusi explica como os seres humanos evoluíram de animais avançados:

“...tais seres humanos [provavelmente macacos antropóides] vivem no Sudão ocidental e outros cantos distantes do mundo. Eles estão perto de animais por seus hábitos, ações e comportamento. […] O ser humano tem características que o distinguem de outras criaturas, mas ele tem outras características que o unem ao mundo animal, ao reino vegetal ou mesmo com os corpos inanimados. […] Antes [da criação dos seres humanos], todas as diferenças entre os organismos foram de origem natural. O próximo passo será associado à perfeição espiritual, à vontade, à observação e conhecimento. […] Todos esses fatos provam que o ser humano é colocado no meio degrau da escada evolutiva. De acordo com sua natureza inerente, o ser humano está relacionado com os seres inferiores, e só com a ajuda deles é que atingirá o nível mais elevado de desenvolvimento.” (Tusi /Trad. Alacbarli F. pág.48-49. 2001).

            As teorias apresentados por Tusi foi proposta por Darwin no século XIX, muitos séculos depois. A diferença entre ambos, é que, enquanto Darwin usou o raciocínio dedutivo, recolhendo amostras de plantas e animais para trabalhar através dos fatos, a teoria de Tusi era mais filosófica.



Referências bibliográficas.



ANDRADE, C, H, V. História ilustrada da medicina da idade média ao século do início da razão: A medicina no seu contexto sociocultural. São Paulo, 2015. Disponível em: < http://www.azer.com/aiweb/categories/magazine/92_folder/92_articles/92_tusi.html> Acesso em: 02 de nov. 2016.

ALAKBARLI, F. Tusi's Views on Evolution. Azerbaijão, 2001. P.48-49. Disponível em: <http://azer.com/aiweb/categories/magazine/92_folder/92_articles/92_tusi.html> Acesso em: 02 de nov. 2016.



sexta-feira, 17 de junho de 2016

Cinturão de asteroide.

Entre o planeta Marte e o planeta Júpiter existem milhares de asteroides (montanha rochosas) de vários tamanhos.  Estes asteroides orbitam o Sol, assim como os demais planetas do sistema solar. Esta órbita de asteroide é conhecida por "cinturão de asteroides".         
     Alguns asteroides não passam de centímetros o seu tamanho, já outros passam de quilômetros.
Cinturão de asteroides.
              
 Existem várias teorias sobre o cinturão de asteroides, uma delas é que na formação do Sistema Solar, os planetas que conhecemos se formaram. Mas entre Marte e Júpiter por alguma perturbações gravitacionais provocadas pelo gigantesco planeta Júpiter, não se formou nenhum planeta, deixando essas rochas em órbita. 
Outra teoria  afirma que existia um planeta, e o mesmo foi destruído ao se chocar com algum astro celeste. 
As vezes estes asteroides saem de sua órbita e se chocam com o planeta Júpiter, devido a sua gravidade ser muito grande, mas outros asteroides ficam vagando pelo espaço, e muitos passam perto do nosso planeta Terra.
        Os asteroides que se aproximam do planeta Terra só é detectado quando estão bem perto da Terra, muito decorrente dele não ter luz própria, portanto é necessário da colaboração do Sol para iluminar estes asteroides, o mesmo funciona como um espelho assim como a lua, facilitando a localização.
Portanto, se um asteroide estiver a caminho do nosso planeta para chocar, só vamos descobrir pouco tempo antes.
Mesmo com toda a dificuldade de localizar os asteroides, existem centenas que os cientistas localizaram e estão monitorando sua órbita, um deles é o famoso Apophis, descoberto em 2004 e com uma pequena chances de chocar com a Terra em 2029.

Comparação do asteroide Apophis com aranha céu.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A sonda espacial Juno se aproxima do planeta Júpiter.

Sonda Juno.
A sonda espacial Juno é uma missão da NASA que tem por objetivo colocar a sonda em órbita ao planeta Júpiter, a fim de estudar os detalhes do planeta, sua composição, seus campos gravitacionais e magnéticos, além de estudos do seu interior, se ele tem um núcleo sólido ou não e a formação dos ventos que chegam a 600 km/h. 
Em 5 de agosto de 2011 a sonda foi lançada ruma ao planeta, mas chegará ao seu destino no próximo mês, aproximadamente no dia 4 de julho. 
A sonda Juno que é movido a energia solar quebrou o record de uma sonda movido a energia solar a ir mais longe. Record que pertencia a missão Rosetta.
A sonda Juno pesa 4 toneladas e transporta 3 painéis solares de 9 metros de comprimento, o suficiente para gerar 14 quilowatts de eletricidade aqui na Terra. As outras missões espaciais que chegaram a Júpiter utilizaram energia nuclear. 

Fonte; https://www.nasa.gov/press-release/goddard/2016/nasa-scientist-presents-the-juno-mission-to-jupiter-at-the-library-of-congress

http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/sonda-juno-bate-recorde-de-distancia-para-nave-movida-energia-solar-18479533



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Um dia em Vênus é mais longo do que um ano. (curiosidades do planeta Vênus)

Planeta Vênus. 
O planeta Vênus é o segundo planeta do nosso sistema solar. Mesmo estando próximo da Terra em relação aos demais planetas, Vênus possui algumas características muito diferentes da Terra. Por exemplo:
Em nosso planeta, o dia corresponde a rotação, ou seja, um volta completa em torno do seu próprio eixo, correlativo a 24 horas, e o ano corresponde a sua translação, que é um volta completa ao redor do Sol, aproximadamente 365 dias e 6 horas. 
Já no planeta Vênus é um pouco diferente, o seu período de translação (uma volta completa em torno do Sol) é de 224,65 dias terrestres. É sua rotação em torno do seu próprio eixo demora 243 dias terrestres. Resumindo: o dia no planeta Vênus é mais longo que o seu ano. 
Outra curiosidade do planeta Vênus é que ele gira em torno do seus eixo diferente dos demais planetas. Enquanto a Terra gira do oeste para leste e os demais planetas do sistema solar fazem o mesmo, Vênus gira ao contrário. 
Vênus é o planeta mais quente do nosso sistema solar, mesmo não sendo o planeta que está mais próximo do Sol. Sua temperatura média corresponde a 450°. Muitos acham que o planeta Mercúrio por está mais próximo do Sol é o mais quente, mas isso não é verdade. A temperatura de Vênus é tão elevada assim, pois sua atmosfera é muito densa e retém o calor do Sol.  


Fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/apenas-venus-gira-ao-contrario