sexta-feira, 17 de junho de 2016

Cinturão de asteroide.

Entre o planeta Marte e o planeta Júpiter existem milhares de asteroides (montanha rochosas) de vários tamanhos.  Estes asteroides orbitam o Sol, assim como os demais planetas do sistema solar. Esta órbita de asteroide é conhecida por "cinturão de asteroides".         
     Alguns asteroides não passam de centímetros o seu tamanho, já outros passam de quilômetros.
Cinturão de asteroides.
              
 Existem várias teorias sobre o cinturão de asteroides, uma delas é que na formação do Sistema Solar, os planetas que conhecemos se formaram. Mas entre Marte e Júpiter por alguma perturbações gravitacionais provocadas pelo gigantesco planeta Júpiter, não se formou nenhum planeta, deixando essas rochas em órbita. 
Outra teoria  afirma que existia um planeta, e o mesmo foi destruído ao se chocar com algum astro celeste. 
As vezes estes asteroides saem de sua órbita e se chocam com o planeta Júpiter, devido a sua gravidade ser muito grande, mas outros asteroides ficam vagando pelo espaço, e muitos passam perto do nosso planeta Terra.
        Os asteroides que se aproximam do planeta Terra só é detectado quando estão bem perto da Terra, muito decorrente dele não ter luz própria, portanto é necessário da colaboração do Sol para iluminar estes asteroides, o mesmo funciona como um espelho assim como a lua, facilitando a localização.
Portanto, se um asteroide estiver a caminho do nosso planeta para chocar, só vamos descobrir pouco tempo antes.
Mesmo com toda a dificuldade de localizar os asteroides, existem centenas que os cientistas localizaram e estão monitorando sua órbita, um deles é o famoso Apophis, descoberto em 2004 e com uma pequena chances de chocar com a Terra em 2029.

Comparação do asteroide Apophis com aranha céu.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A sonda espacial Juno se aproxima do planeta Júpiter.

Sonda Juno.
A sonda espacial Juno é uma missão da NASA que tem por objetivo colocar a sonda em órbita ao planeta Júpiter, a fim de estudar os detalhes do planeta, sua composição, seus campos gravitacionais e magnéticos, além de estudos do seu interior, se ele tem um núcleo sólido ou não e a formação dos ventos que chegam a 600 km/h. 
Em 5 de agosto de 2011 a sonda foi lançada ruma ao planeta, mas chegará ao seu destino no próximo mês, aproximadamente no dia 4 de julho. 
A sonda Juno que é movido a energia solar quebrou o record de uma sonda movido a energia solar a ir mais longe. Record que pertencia a missão Rosetta.
A sonda Juno pesa 4 toneladas e transporta 3 painéis solares de 9 metros de comprimento, o suficiente para gerar 14 quilowatts de eletricidade aqui na Terra. As outras missões espaciais que chegaram a Júpiter utilizaram energia nuclear. 

Fonte; https://www.nasa.gov/press-release/goddard/2016/nasa-scientist-presents-the-juno-mission-to-jupiter-at-the-library-of-congress

http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/sonda-juno-bate-recorde-de-distancia-para-nave-movida-energia-solar-18479533



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Um dia em Vênus é mais longo do que um ano. (curiosidades do planeta Vênus)

Planeta Vênus. 
O planeta Vênus é o segundo planeta do nosso sistema solar. Mesmo estando próximo da Terra em relação aos demais planetas, Vênus possui algumas características muito diferentes da Terra. Por exemplo:
Em nosso planeta, o dia corresponde a rotação, ou seja, um volta completa em torno do seu próprio eixo, correlativo a 24 horas, e o ano corresponde a sua translação, que é um volta completa ao redor do Sol, aproximadamente 365 dias e 6 horas. 
Já no planeta Vênus é um pouco diferente, o seu período de translação (uma volta completa em torno do Sol) é de 224,65 dias terrestres. É sua rotação em torno do seu próprio eixo demora 243 dias terrestres. Resumindo: o dia no planeta Vênus é mais longo que o seu ano. 
Outra curiosidade do planeta Vênus é que ele gira em torno do seus eixo diferente dos demais planetas. Enquanto a Terra gira do oeste para leste e os demais planetas do sistema solar fazem o mesmo, Vênus gira ao contrário. 
Vênus é o planeta mais quente do nosso sistema solar, mesmo não sendo o planeta que está mais próximo do Sol. Sua temperatura média corresponde a 450°. Muitos acham que o planeta Mercúrio por está mais próximo do Sol é o mais quente, mas isso não é verdade. A temperatura de Vênus é tão elevada assim, pois sua atmosfera é muito densa e retém o calor do Sol.  


Fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/apenas-venus-gira-ao-contrario



quinta-feira, 9 de junho de 2016

Galáxia CR7 em homenagem ao jogador Cristiano Ronaldo.

Você não leu errado, o jogador Cristiano Ronaldo tem uma galáxia em sua homenagem.
Galáxia CR7.
No ano passado 2015, o jogador português Cristiano Ronaldo ganhou uma galáxia em sua homenagem, A galáxia foi batizada de CR7, (C.R representam as iniciais de seu nome e o número 7 referente a camiseta que Cristiano joga no Real Madrid). A CR7 é a galáxia mais brilhante e luminosa encontrada no universo.
O líder do grupo astronômico que descobriu a galáxia, David Sobral da Universidade de Lisboa em Portugal confirmou que a homenagem foi ao jogador, mas também no método usado para descobrir a idade de objetos distantes no universo. chamado Cosmic Redshift 7.


Fonte;
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/06/150618_cristiano_ronaldo_nome_galaxia_rb

domingo, 1 de maio de 2016

Por que a Lua possui tantas crateras? Você já pensou nisso?

Foto: Edvan Bandeira.

Diferente da Terra, a Lua não possui uma atmosfera que ajuda a desintegrar meteoros, portanto os meteoros ou asteroides que se dirigem a superfície lunar, acabam atingindo e provocando enormes crateras. O tamanho da cratera depende do tamanho do astro que o atingiu, por isso há vários tamanhos diferentes de crateras. A maioria delas ocorreram na formação do nosso Sistema Solar, há bilhares de anos atrás. Mas até hoje a Lua sofre com choques de meteoros.
O lado oculto da Lua possuem mais crateras que a parte visível, isso é devido a atração gravitacional da Terra, que atrai os  meteoros que provavelmente colidiriam com a face visível da Lua. Por causa da nossa atmosfera estes meteoros se desintegraram no espaço. Já que a Lua não tem vento, as crateras não somem. 
Foto tirada pela missão Apollo 11. Cratera Moltke. 

A princípio, os cientistas acreditavam que estas crateras foram causadas por erupções de vulcões. 


Cratera Tycho.
Uma cratera que se destaca muito é a Tycho, esse nome foi dado em homenagem ao astrônomo dinamarquês Tycho Brahe. A cratera Tycho é a maior cratera que está localizada na parte visível da Lua, podendo ser facilmente identificado pelo observador na Lua Cheia. E não é necessário o telescópio. 
Existe uma cratera em homenagem ao brasileiro Santos Dumont. Único brasileiro com este privilégio. Como podemos observar na imagem abaixo.

Cratera Santos Dumont. Via; Vaz Tolentino. 
Em 2013 mais uma cratera foi formada na Lua. Um meteoro chocou-se com a Lua, o clarão foi tão grande, que se alguém estivesse olhando para Lua no exato momento, poderia ter visto o clarão, mesmo sem telescópio.  (o vídeo abaixo explica sobre a colisão). 
Depois que a Nasa começou a monitorar os impactos na Lua, mais de 300 já foram identificados.


Veja também: Por que só vemos o mesmo lado da Lua. 


Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-a-lua-tem-tantas-crateras

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Chuva de meteoros devido ao cometa Halley poderá ser visto nos próximos dias.

Nos próximos dias, o observador poderá ver uma chuva de meteoros causado pelo cometa Halley. 
Foto; history channel

Após 30 anos que o cometa Halley passou pelo planeta Terra, até hoje podemos ver seus resíduos. Nos próximos dias poderemos ver uma chuva de meteoros decorrente a visita do cometa em 1986. Ao passar pela  Terra, o cometa deixou fragmentos em sua órbita. Estes fragmentos são pequenas rochas ou poeiras da cauda do mesmo. 
Ao entrar em órbita do cometa, estes fragmentos deixados por ele, entram em contato com a nossa atmosfera, causando a magnífica chuva de meteoros.
Nos próximos dias, começará por volta de 20 de abril e se estenderá até 21 de maio, embora os picos de atividade ocorram entre 5 e 7 de maio, quando o céu terrestre ficará obscurecido pela ausência de luz lunar.
Com esse fenômeno, será possível observar os restos do cometa Halley queimando na atmosfera terrestre, dentro da chuva de estrelas conhecida como Eta Aquáridas, nome dado por causa da radiação procedente da constelação de Aquário. Esses meteoros são pedaços do cometa, que se soltaram há centenas de anos.
A chuva será mais visível do hemisfério sul e exibirá 30 fragmentos por hora. No caso do hemisfério norte, a frequência estimada será de 10 fragmentos por hora. Quanto mais distante estiver o observador de qualquer fonte de luz, maior será o grau de visibilidade.

Fonte;

domingo, 10 de abril de 2016

Você sabia que a missão Apollo instalou espelhos na Lua?

O Lunar Laser Ranging Experiment da Apollo 11 conforme foi deixado na Lua.
Durante as missões da Apollo (final da década de 60 e começo da década de 70) três refletores laseres - chamados LRRR (Laser Ranging Retroreflector) foram instalados na superfície lunar.
Estes refletores consistem em vários pequenos espelhos capazes de devolver feixe do laser emitido a Lua pelos observatórios terrestres. Um dos espelhos foi instalado pela missão Apollo 11 (primeira missão tripulada a pisar na Lua). E outros  refletores dois foram colocados na superfície lunar pelas missões Apollo 14 e 15.


Apollo 15 LRRR




Estes espelhos servem para medir a precisão milimétrica da Terra em relação à Lua. Até hoje os cientistas utilizam este mecanismo. Um laser é disparado daqui da Terra e chega até o espelho localizado na Lua, mas para isso, você precisa das coordenadas precisas. Este raio de luz é rebatido pelo espelho e volta a Terra. Com isso, pode-se calcular a distância entre a Terra e a Lua. Diversos observatórios, dentro e fora dos Estados Unidos já utilizaram estes refletores em pesquisas. Por exemplo os observatórios Côte d'Azur, McDonald, Apache Point, e Haleakala, independentes da NASA. 
Para isso, basta saber suas coordenadas e mirar o laser, como se pode observar no vídeo abaixo. 

Obs: Aquele laser que você tem em casa não dá certo. 


NASA moon laser


Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20090731-093916.inc